Cristina é uma típica cidade interiorana, que se orgulha em preservar sua história e sua cultura. Guarda raras belezas naturais, com matas nativas e cachoeiras, e arquitetônicas, reveladas em seus casarões imperiais, praças e monumentos tombados.

Em suas fazendas são produzidos alguns dos melhores e premiados cafés especiais, produto do qual nasceu o “Festival Café com Música”, evento realizado anualmente no feriado de Corpus Christi.

Venha desfrutar dos aromas de Cristina, da tranqüilidade de seus recantos, de seu clima saudável, da hospitalidade de sua gente, do sabor de comida caseira, cavalgadas, trilhas ecológicas e de história viva entre as pedras das ruas.

Um lugar que tem muito a oferecer para quem busca e cultiva a autêntica mineiridade!

O Sul de Minas foi efetivamente desbravado e povoado somente na segunda metade do século XVIII, quando começou a se esgotar o ouro da região mineradora. Homens sedentos de riqueza vieram à procura do precioso metal nos sertões sul mineiros, que serviam de caminho do litoral para o interior. Outros os seguiram, atraídos pela possibilidade de se apossarem das vastidões de terras e pela fertilidade de seu solo.

Assim foi povoado o Sertão da Pedra Branca. Em torno do pico com o mesmo nome, a partir de 1797, surgiram 22 sesmarias, dentre elas a de Cumquibus, entre os rios Lambari e do Bode, e que deu origem à cidade de Cristina. O local era habitado somente por índios Puris.

A sesmaria já era uma pequena povoação quando, em 1817, alguns moradores, solicitaram à Diocese de Mariana licença para construção de uma capela, tendo como orago o Divino Espírito Santo.

Outra sesmaria de destaque no início do século XIX foi a da Glória, de propriedade do padre açoriano José Dutra da Luz. Nela foi erigida a primeira ermida da região, dedicada a Nossa Senhora da Glória, freqüentada pelos primeiros moradores do local.

O sacerdote, depois de dedicar-se à mineração em várias localidades, por volta de 1810, estabeleceu-se na propriedade, localizada em uma das mais altas partes da localidade. Trazendo consigo três sobrinhos, estes constituíram alguns dos primeiros troncos familiares, tornando-se, em pouco tempo, ricos e poderosos proprietários de terras.

O primitivo arraial do Espírito Santo de Cumquibus integrava a extensa comarca do Rio das Mortes (sediada em São João del Rey), o município de Baependi e a paróquia de Pouso Alto. O nome latino Cumquibus exprime riqueza, não sendo conhecida uma explicação totalmente correta para tal denominação. No dizer popular, seriam muitos os ricos que residiam no local.

Tornou-se distrito e paróquia em 07 de abril de 1841, através da Lei Provincial nr. 209.

Com a criação do município de Itajubá, em 1848, passou a fazer parte do mesmo. O topônimo foi permutado pela designação Cristina seguindo determinação da Lei nº 485, de 19 de junho de 1850, que criou o município e elevou a povoação à categoria de vila. Prestava-se assim uma homenagem a Imperatriz do Brasil, Tereza Cristina Maria de Bourbon, esposa de D.Pedro II. Sua instalação deu-se somente dois anos mais tarde, em 20 de janeiro de 1852.

Grande articulador de tal mudança foi o mais tarde Conselheiro do Império Joaquim Delfino Ribeiro da Luz, cristinense que se destacaria no cenário político nacional até a Proclamação da República, amigo íntimo de Dom Pedro II.

Em dezembro de 1868, a Princesa Isabel e seu marido, o Conde D’Eu, visitaram a Vila Cristina, em agradecimento oficial à homenagem.

O Livro de Atas nº 2, da Câmara Municipal, verso da página 74, em ata datada de 07 de dezembro de 1868, reproduz o pronunciamento de Joaquim Delfino, então Presidente da mesma, por ocasião da visita: “… se a denominação de Villa Christina que a esta povoação lhe concedeu a Assembléia Legislativa Provincial a pedido de seus habitantes exprime um sentimento de respeitosa lembrança e veneração a S. M. (Sua Majestade) a virtuosa Imperatriz, vossa Augusta mãe, é com prazer que o recordamos em prova de nossa nunca desmedida lealdade, e sincero amor a ilustre dinastia, que felizmente dirige os destinos da primeira nação da América do Sul”.

Integraram o município de Cristina em diferentes épocas, os distritos de Maria da Fé, Santa Catarina (Natércia), Virgínia, Dom Viçoso, São Sebastião da Pedra Branca (Pedralva), Silvestre Ferraz (Carmo de Minas) e Olímpio Noronha. Entre 1884 e 1963 tais distritos foram desmembrados.

Em 15 de junho de 1872 a Vila Cristina foi elevada à categoria de cidade através da Lei Provincial nr. 1.855, e, quatro anos mais tarde, tornou-se sede de Comarca, isto em 08 de julho de 1876, por força da Lei nº 2.273.

Prefeitura Municipal de Cristina

Telefone: (35) 3281-1100
Endereço: Praça Santo Antônio, 28. Centro. Cristina – MG.
Site: www.cristina.mg.gov.br
E-mail: pmcgabinete@starweb.com.br

Secretaria de Cultura, Turismo e Meio Ambiente

Telefone: (35) 3281-1962
Endereço: Museu do Trem. Praça José Araújo Barros, S/N. Centro. Centro. Cristina – MG.
Site: www.cristina.mg.gov.br
E-mail: cristina.mg.turismo@gmail.com

Pronto Atendimento Municipal

Telefone: (35) 3281-1110
Endereço: Avenida Cornélio Alves Ribeiro, S/N. Centro. Cristina – MG.
E-mail: smscristina@starweb.com.br

Fundação Hospitalar de Cristina

Telefone: (35) 3281-1010
Endereço: Rua Governador Valadares, 30. Centro. Cristina – MG.

Delegacia de Polícia Civil

Telefone: (35) 3281-1311
Endereço: Rua Coronel Batista Pinto, 39. Centro. Cristina – MG.

Polícia Militar

Telefone: (35) 3281-1322
Endereço: Rua Coronel Batista Pinto, 39-A. Centro. Cristina – MG.

Terminal Rodoviário

Telefone: (35) 3281-1050
Endereço: Avenida Cornélio Alves Ribeiro, S/N. Centro. Cristina – MG.

Fotos