Itajubá  é conhecida por seu parque industrial, suas instituições de ensino e por suas belas paisagens. Empresas multinacionais e nacionais fomentam o Turismo de Negócio, transformando Itajubá  em uma cidade cosmopolita, que recebe profissionais de todo o Brasil e de outros países.

O Turismo Tecnológico e do Conhecimento são impulsionados pelas instituições qualificadas nos domínios de novas tecnologias e da educação, destacando o município no desenvolvimento tecnológico e na construção do saber. As belezas naturais e a topografia montanhosa são convites para a prática do trekking, mountain bike, escalada, entre outros esportes, evidenciando Itajubá no cenário do Turismo de Aventura. Desponta no município o Turismo Religioso, onde o Santuário de Nossa Senhora da Agonia, único no Brasil, atrai pela fé, pela beleza e modernidade de sua arquitetura. A cultura local está retratada nos prédios tombados pelo patrimônio histórico e nos espaços de arte, artesanato e lazer.

Venha vivenciar a diversidade dos atrativos turísticos de Itajubá e a hospitalidade de sua gente, onde a união entre o moderno e o tradicional oferece todos os ingredientes de uma “cidade fácil de ser amada”.

Entre 1703 e 1705 o sertanista Miguel Garcia de Almeida Cunha, figura proeminente na história da ocupação do Sul de Minas, partiu de Taubaté em busca de ouro. Ultrapassando a Serra da Mantiqueira nas alturas do município de Passa Quatro, desviou para a esquerda indo alcançar o planalto do Capivari, onde descobriu pequenas lavras de ouro em local que denominou de Caxambú. Próximo a estas minas, encontrou melhores veios auríferos , decidindo então fixar-se por lá com sua família.

Este novo descoberto passou a ser conhecido como Minas Novas de Itagybá, que originou o arraial de Nossa Senhora de Soledade de Itagybá, atual município de Delfim Moreira. Em 1752 foi construída a Matriz de Nossa Senhora de Soledade de Itagybá. Com a retração da atividade mineradora, dada a precariedade na forma de exploração do ouro e do grande rigor dos impostos e fiscos da Coroa Portuguesa, a estagnação de Soledade de Itagybá tornou-se evidente.

Nos finais de 1818, chegou à região procedente de São Paulo, Padre Lourenço da Costa Moreira, para exercer as funções de vigário da freguesia. Percebeu que as condições físicas do lugarejo eram por demais precárias para suas pretensões religiosas fossem bem sucedidas, o novo vigário resolveu então fundar, à margem direita do Sapucaí, um povoado em local menos acidentado, com terrenos mais férteis e clima mais ameno, contando para isto, com a colaboração da população local.

Em março de 1819 foi então erguida uma capela de invocação de São José. O novo arraial de Boa Vista do Itajubá, como passou a ser chamado, núcleo inicial do município de Itajubá, prosperou rapidamente, tornando-se o centro para onde se convergiria grande contingente da população. Em decorrência deste rápido desenvolvimento, o novo povoado foi elevado à freguesia pela resolução de 14 de julho de 1832.

Em fins deste ano, os habitantes de Boa Vista tentaram a transferência para a nova freguesia da imagem de Nossa Senhora da Soledade, então entronizada no altar-mor da Matriz de Soledade. Da disputa travada entre as duas povoações pela posse da imagem, deu-se o episódio conhecido como “Encontro”, quando ficou determinado que uma nova Nossa Senhora da Soledade, semelhante a que pertencia por direito ao velho templo de Soledade, seria encomendada para ornar o templo de Boa Vista de Itajubá.

Pertencendo inicialmente ao município de Campanha, em 27 de setembro de 1848 a lei nº 355, autorizada pelo então presidente da província Dr. Bernardinho José de Queiroga, determinou a criação da Vila Boa Vista de Itajubá desmembrando-se daquele município.

Poucos anos depois, pela lei nº1149, datada de 4 de outubro de 1862, a vila ganhou foros de cidade. Em 1878 a cidade de Boa Vista de Itajubá já era uma das mais prósperas e comerciais do Sul de Minas.

Devido a sua posição geográfica privilegiada, próxima a São Paulo e equidistante de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro, Itajubá constitui um importante centro econômico para o sul de Minas. A agricultura, comércio e serviços tem uma participação expressiva no quadro econômico do município. O setor industrial é bastante ativo e diversificado.

Educação de excelência com 6 instituições de ensino superior, sendo destas, três universidades. O baixo índice de analfabetismo colaborou para que a cidade conquistasse em 1998, entre os 853 municípios de Minas, o 1º lugar no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) medido pela Fundação João Pinheiro em trabalho promovido pela ONU.

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(35) 3692-1882

Corpo de Bombeiros

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(35) 3692-1790

Hospital Escola

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(35) 3629-7600

Santa Casa

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(35) 3629-5600

Unimed 24 horas

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(35) 3629 5304 / (35) 3629-2800

Saúde CEAM

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(35) 3629-8000

Polícia Militar

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Polícia Civil

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(35) 3623-5511

Polícia Rodoviária e Ambiental

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Rodoviária

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